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25 de abril de 2008

Comparação entre o domínio do Império Romano e o atual poder dos Estados Unidos.

O domínio do Império Romano aconteceu em uma época diferente da época do atual poder dos Estados Unidos. Agora somos um mundo muito mais desenvolvido do que naquela época. Possuímos armas melhores e mais poderosas que as dos romanos. Apesar dos americanos ‘’dominarem’’ quase todo o mundo, não fizeram como os romanos que, converteram os habitantes de seu império em cidadão Romanos. São Paulo, por exemplo. São Paulo era um dos apóstolos Romanos mais importantes. (viu Jesus Ressuscitado e começou a pregar o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua morte, paixão e ressurreição.) Nasceu em Tarso, era judeu, foi convertido cidadão Romano e a tradição cristã fez, nos solstícios de verão, festejos de São Pedro e São Paulo, homenageados no dia 29 de junho.

Um dos estados dominados pelos americanos é o Iraque, antiga mesopotâmia que, em virtude da guerra contra o Irã e os Estados Unidos, enfrenta graves dificuldades econômicas. As exportações de petróleo, principal fonte de dinheiro dos Iraquianos, foram muito afetadas pelo embargo internacional decretado contra o país.

Essa situação é boa e Ruim. É boa porque as pessoas conservam sua identidade. É ruim, porque isso impede que as pessoas participem da democracia, que é um sistema de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com o povo, americana, que apesar de seus grandes defeitos é uma democracia. Outra diferença entre o domínio do Império Romano e o Domínio Americano, é que o domínio do Império Romano foi além de cultural e econômico, um domínio pela conquista de terras e, o domínio Americano, foi um domínio somente cultural e econômico. Temos como exemplo as Empresas Coca Cola, MC donalds, Microsoft, Colgate.

O domínio da língua Inglesa foi diferente do domínio da língua latina. Os Romanos fizeram questão de que seu império falasse a língua latim, mas os americanos, não precisaram fazer nada. Sua própria cultura já foi difundida em todos os paises.

 

Eduardolomb

5 comentários:

  1. Dps de 3 anos....

    Valeu moço =D

    Nome: Gianluca Polo

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  2. me ajudou muito no meu trabalho vou tirar boa nota por isso sem o computador eu � tinha como fazer o meu trabalho de historia .............................
    obrigado pela ajuda espero q ajude mais gente como eu

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  3. Valeu pela ajuda sem isso eu nao teria como fazer o meu trabalho de historia!!!!!!

    valeu

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  4. Mee ajudou muitooooooooooooooooooooooooooooo..
    Obrigada.

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  5. O império com sua política rapace, alastra-se hostilmente, extorquindo concessões por meio do emprego da ameaça do uso das armas e da força bruta - visando deste modo - o saque das matérias-primas e demais haveres ou recursos naturais.
    Os Imperialistas dos EUA, que se julgam os “guardiões” dos direitos humanos, legalizam a tortura, invadem e destroem nações soberanas, e financiam ataques utilizando armas bizarras das mais avançadas tecnologias bélicas que imolam a vida de milhares de pessoas.
    Pois, o Império apoia estados párias e agentes terroristas, para que fiquem realizando política de desestabilização, discórdia e desentendimentos regionais e atos subversivos violentos e intimidadores, tudo a serviço do insidioso sistema imperial estadunidense.
    E, além disso, os imperialistas arrasam países inteiros, jogando suas populações na miséria ao promoverem sangrenta ocupação e destruição. Do mesmo modo, o império estabelece ditaduras títeres que assassinam centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes; além da assolação econômica e social e, tudo isso, simplesmente para atender aos interesses dos monopólios do capital.
    O império instala e mantem bases militares em todas as regiões do mundo, para preponderar e demonstrar força bruta - e, assim, intimidar, e ameaçar as nações do mundo livre, soberano e independente, com chantagens e exercícios militares constantes e em grande escala.
    As nações do mundo livre, lutam incessantemente contra a agressão e opressão imperial, para não ficarem submissas de joelhos, brandas, comportadas, quietas, passivas, obedientes e aceitando a tudo que o império impõem – pois, as nações livres não devem ficar sob comando, controle e autoridade ou domínio politico absoluto do império estadunidense.

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